domingo, 15 de março de 2015

Festa de rico, velório de pobre - Manifestações de 15 de Março de 2015

Os brasileiros vestiram verde e amarelo e finalmente tiveram o seu dia de final de Copa do Mundo nas manifestações deste 15 de março. Os que foram à rua em São Paulo pareciam muito representativos dos ricos, das menos de 15% das famílias que vivem com mais do que R$ 3.500 por mês no Brasil (só 5% vivem com mais de R$ 7.000). As outras 80% ganham bem menos do que isso, abaixo de R$ 3.500 mensais. Elas não pareciam estar lá em peso.
Foto: da Internet. Foi claramente uma manifestação de um Brasil rico, bem cuidado, semelhante ao que vemos em atos no Primeiro Mundo ou nos desembarques internacionais. Os pobres e desdentados, aparentemente, não foram. Os brasileiros mais ricos dos grandes centros urbanos têm razões para reclamar. Eles são os que menos ganharam, proporcionalmente, durante os governos do PT. Nos dez anos até meados do primeiro governo Dilma, a renda real per capita (descontada a inflação) entre os 10% mais pobres subiu 70%. Entre os 10% mais ricos (esses da manifestação) o aumento foi de apenas 12,6%. Esse pessoal também foi o mais espremido ao longo dos últimos anos por uma renitente inflação de serviços. Isso inclui desde trabalhadores domésticos e estacionamento na Vila Madalena a escolas e planos de saúde particulares. Entre os mais pobres, não só a renda cresceu bem mais rápido. Houve proliferação de programas sociais como Bolsa Família, Minha Casa Minha e Vida e Luz para Todos. Isso garantiu ao PT, nas duas últimas eleições, a vitória por conta do resultado preponderante do Nordeste mais pobre. Aos mais ricos, concentrados nas regiões Sul e Sudeste, restou dar respostas contundentes como a reeleição de Geraldo Alckmin no primeiro turno em 2014, apesar da crise hídrica. E, agora, com esse tipo de manifestação, embalada pela corrupção. Mas se os pobres não apareceram em peso desta vez, eles seguem como maioria no Brasil. E, pela primeira vez em muitos anos, começam a ficar para trás. Segundo o último dado do IBGE, os 10% mais pobres levaram um tombo a partir de 2013. Sua renda cresceu apenas 2,1% naquele ano, metade da média nacional e bem abaixo, inclusive, da dos 10% mais ricos (4,4%). A queda no ritmo de melhora dos mais pobres é brutal. Um ano antes, a renda deles havia crescido 9,2%. Nessa toada, os ricos certamente podem ganhar reforço na rua nos próximos meses. ESSA MATÉRIA É DA FOLHA DE SÃO PAULO -

quarta-feira, 11 de março de 2015

ALTANEIRA/CE - UM ANO COM O ÚNICO CAIXA ELETRÔNICO DO BANCO DO BRASIL QUEBRADO

Há exatos um ano no dia(12/03/2014) - este mesmo blog veiculava uma matéria denunciando que o único terminal de autoatendimento do Banco do Brasil na cidade havia sido danificado por vândalos. Um serviço essencial aos funcionários do muncipio e à população. As providencias são de responsabilidade da Agencia/gerente do BB de Santana do Cariri. O serviço funcionava dentro da prefeitura, pois o banco fez melhorias numa sala e instalou os equipamentos, e após ser danificado, nem o banco retira para outro local, nem conserta para funcionar onde estava.
O que visualisamos é uma população peregrinando nas farmácias que quase sempre não tem dinheiro, nem espaço para atender as pessoas e nos Correios há também limitações de atendimento. Sabemos de aguns serviços não são realizados em Altaneira: uma fatura acima de 2 mil reias não pode ser paga, um depósito acima de 1.500 reais tambem não é feito. Mas, a coisa fica feia mesmo é nos dias de pagamento da prefeitura. Faz dó os funcionários ficarem meio dia numa fila e outros levam até dois dias em idas e vindas para sacar o dinheirinho. Sem falar no crescente número de altaneirenses que se deslocam a vizinha Nova Olinda para resolver de tudo que aqui, infelizmente não oferece aos conterraneos. Vivemos um colapso. Que contraste vive nossa populaçao.
Até os serviços oferecidos desde 1870, como o abate de animais para abastecimento não dispomos e nem podemos afirmar que procedencia tem as carnes que a população consome. Muitos serviços de primeira necessidade da população já nao é oferecido a contento como a aguá com seus cortes inesperados. Temos na cidade parte de uma rua mal feita(a Rua João Gonçalves)que inteditada, a população não pode utilizá-la e agora temos parte de outra rua bem feita(a Rua Deputado furta Leite) que a população também não poderá utilizá-la pois, acreditem, uma máquina, a mando esbagaçou o calçamento, com menos de 2 anos de feito. Isso é uma ironia do destino. Como é que a cidade terá 2 ruas lado a lado inutilizadas por ações desastrosas? Mas voltemos ao Caixa eletrônico. A ouvidoria do banco pediu poucos dias para resolver o problema e já se passou um ano e nada. Um funcionário sozinho pode muito bem mudar de banco, mas isso não irá pressionar em nada. Acho que, como todas as contas bancárias dos funcionários da prefeitura são neste banco, uma autoridade da empresa pode ajudar nesta tarefa, mas tambem até agora as pressões não surtiram os efeitos. A lista de tudo que não funciona para a população é grande. Qual a responsabilidade de todos? O que cada um individualmente, e na coletividade pode fazer? Basta estar disposto. Então o que sabemos no momento é que está muito dificil viver em nossa Altaneira. Esta bem que poderia ser a cidade dos meus sonhos. COM FOTOS CORTESIA DO BLOG DE ALTANEIRA

domingo, 12 de outubro de 2014

PARABÉNS D. FAUSTA VENANCIO

A professora Lucena em visita Hoje dia 12 de outubro a nossa Educadora Maior comemora seus 99 anos de vida, garra, e alegrias. Nós que somos seus admiradores, não temos como retribuir seus relevantes trabalhos prestados a nossa comunidade. Nunca casou-se, mas manteve sempre uma relação estreita de prestação de trabalho a nossa gente. Hoje temos o raro prazer de encontrá-la ainda sorrindo!!! De coração, nossos parabéns. UM POUCO DA HISTÓRIA - (Recortado da internet) Ela teve que se mostrar forte desde seus primeiros anos de juventude. Natural de Santana do Cariri, lá logo perdeu o pai e depois a mãe. Sozinha, Fausta logo aprendeu a crueldade do mundo em que vive. Precisou encontrar uma profissão, escolheu seguir os passos da tia: professora. Aprendeu tudo o que podia com ela e um pouco mais com outros conhecidos da área, algum tempo depois já ensinava. Se perguntar com quantos anos começou a trabalhar.
Passou por Assaré, Altaneira e Taboquinha, zona rural de Altaneira. Numa sala de aula improvisada na sala de estar de sua casa, Fausta organizava os alunos em turmas por idade. “Ensinei pra tanto menino”, desabafa. Eram 10, 20 mil réis de pagamento por aluno. Muito pouco, Fausta concorda. Apesar de única, a economia e desigualdade do tempo não lhe permitia qualquer maior conforto que fosse. O contexto pedagógico da época dava a Fausta poucas alternativas de ensino: ou era dura e firme, ou não havia menino em sala de aula. A palmatória era instrumento de trabalho cotidiano. “Eu usava quando eles erravam”, declara segurando a peça fria e rígida. “Era assim naquele tempo”, finaliza. E quando perguntada se seguia modelos de outros professores e professoras, “Eu é cá, eles é lá. Só sei de eu cá” responde. Mas nem tudo era determinação da rigidez do tempo. Fausta tomava para seu método, usar poesia para incentivar o estudo das crianças a quem ensinava. Toda semana, em sala de aula, acontecia um recital. De certo que ainda soava um descompasso as poesias difíceis à leitura de crianças, mas a arte deu um tom à formação. Mas caso errasse o verso, castigo. Lá estava o temor da palmatória. Gentil como ela só, não parece nada com o mito que ronda a cidade de que Fausta, a professora, é bruta, dura e má. Conversamos por vezes a fio e de seus lábios envelhecidos saia o mais doce mel de bondade em suas palavras. Enrijeciam, porém, ao contar sobre o cansaço que todos aqueles anos de sala de aula, de menino trabalhoso e giz na lousa. Aos que hoje são nossos avós, devem sua formação educacional à Fausta – que detesta ser chamada de “Dona”. Apesar de estar claro em seu rosto, pelas mais rugas em sua face que estrelas no céu da noite, os pronomes que indicam idade são rejeitados por ela. Primeira professora a fincar vida em Altaneira, a dedicar-se à missão de compartilhar de seu conhecimento tanto de estudo, quanto de vida aos meninos e meninas daquela pequena cidade. Mas ela parou. Parou porque precisava respirar. Parou por que o cansaço era tanto. Parou porque já não tinha mais tanta força para ficar horas seguidas de horas em pé, explicando assuntos desde Matemática à Literatura. “Ensinei até me cansar, até dizer que não queria mais ensinar”, expõe com facilidade. Fausta transmite de si a certeza de que fez o que tinha de fazer e mais feliz por isso não poderia ficar. “Até hoje tem gente que vem e diz ‘Fausta eu queria que tu ensinasse meu filho’, mas eu não vou mais ensinar. Tô cansada, né não?”. Fausta se cansou de ensinar menino a ler o mundo, mas seu mito continua vivo na cidade. Eu lhe pergunto se se encontra mais como educadora ou como professora, ela simplesmente responde que não sabe o que foi. “Quem sabe é Deus”. E, em contrapartida, me pergunta se estou conversando com ela porque quero ser professora. Respondo com leve sorriso que não, que vou ensinar de outro jeito. Fausta carrega anos, tempo e meninos nas costas. Sua vida foi dedicada a educar crianças e jovens das cidades em que passou. Fausta carrega história e tradição nas costas, por isso anda tão vagarosa e curvada pela casa, pela antiga sala de aula. Cansada, mas feliz. Está estampado em seu rosto, como um estandarte à mão, a felicidade e orgulho que carrega de ter feito o que fez pela cidade. “Eu gostava muito de ensinar, não faria outra coisa que não isso”, declara. E brinca: “Mas gostava muito de dançar também, afinal, quem não gosta?”. (Com recortes do Blog de Altaneira, em 12/10/2014 10:47)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

ALTANEIRA - FÓRUM ARROMBADO E PROCESSOS IMPORTANTES DESAPARECEM

Nesta terça-feira (16) os funcionários do Fórum de Altaneira foram surpreendidos pela manhã ao chegar ao ver que a sala onde ficam os processos e outros documentos foi invadida por pessoas ainda não conhecida. Uma pessoas do fórum contou que documentos processuais muito importantes estão sumidos ou foram seriamente danificados pela ação criminosa. O que se sabe é que uma janela foi quebrada dando o acesso ao local. A única providência tomada até agora é que foi feito um Boletim de ocorrência na Polícia e o diretor do fórum virá apenas na sexta-feira avaliar os possíveis danos. A quem interessa entrar num fórum e dar sumisso a processos em trâmites da justiça. Quantos cidadão e entidades serão brutalmente prejudicados em seus prazos e andamentos? O que se sabe é que a sociedade anda mesmo entregue à própria sorte. Não basta a morosidade, lentidão de processos e conclusões eternas da justiça vem uma pessoa dessa que age tranquilamente, pois o patrimônio público sempre está a mercê de vândalos. Fomos informados que existem cópias scaneadas em outras fontes da justiça. Outro ponto que intriga é a mídia da cidade de Altaneira que, há 36 horas após ocorrido, nada interessa em divulgar, mesmo sendo um prédio público destruído e queimados documentos de relevância, de importância atacado corvardemente durante a noite. Porquê? O diretor nos autorizou fazer registro fotográfico do local.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

ALTANEIRA: ESCOLAS DO MUNICÍPIO ALCANÇAM BONS RESULTADOS NO IDEB

http://ideb.inep.gov.br/resultado/ ALTANEIRA - A tendencia nacional de queda nos anos finais do ensino fundamental e médio não aconteceu com os índices do município. a Escola de Ensino Fundamtal Joaquim Rufino foi Nota 10 no SPAECE e no IDEB figura com 5,9, com grande superação de resultado em 11 pontos. Com isto alcança a meta de 2021. Já a escola de Ensino Fundamental nos Finais, 18 de Dezembro cresceu 7 pontos ficando dentro da meta estabelecida pelo IDEB. Ficou com 4,3 pontos. No geral todos os dados da educação municipal frente ao IDEB são positivos. Ver mais em: http://www.qedu.org.br/cidade/4841-altaneira/ideb?dependence=5&grade=2
Ideb 2011: Brasil continua a avançar O Brasil, de acordo com os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), atingiu as metas estabelecidas em todas as etapas do ensino básico — anos iniciais e anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Nos anos iniciais (primeiro ao quinto), o Ideb nacional alcançou 5,0. Ultrapassou não só a meta para 2011 (de 4,6), como também a proposta para 2013, que era de 4,9. Nessa etapa do ensino, a oferta é prioritariamente das redes municipais, que concentram 11,13 milhões de matrículas, quase 80% do total. O Ideb para os anos iniciais do ensino fundamental da rede municipal foi calculado em 5.222 municípios. A meta para 2011 foi alcançada por 4.060 deles (77,5%). Nos anos finais (sexto ao nono) do ensino fundamental, o Ideb nacional atingiu 4,1 em 2011 e ultrapassou a meta proposta, de 3,9. Considerada tão-somente a rede pública, o índice nacional chegou a 3,9 e também superou a meta, de 3,7. De todos os municípios submetidos à avaliação do Ideb para os anos finais do ensino fundamental (cerca de 4,3 mil), 62,5% atingiram as metas, que foram superadas também em todas as regiões do país. Em termos nacionais, incluídos ensino público e particular, foi igualada em 2011 a meta para o ensino médio, de 3,7. O indicador é obtido pelas notas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e pela taxa média de aprovação percentual. Entenda as metas de qualidade O Ideb foi criado pelo Inep em 2007, em uma escala de zero a dez. Sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e a Prova Brasil. A série histórica de resultados do Ideb se inicia em 2005, a partir de onde foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas não apenas pelo País, mas também por escolas, municípios e unidades da Federação. A lógica é a de que cada instância evolua de forma a contribuir, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países da OCDE. Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada em 2005 na primeira fase do ensino fundamental, para um Ideb igual a 6,0 em 2022, ano do bicentenário da Independência. - Clique aqui para ver os resultados do Ideb . Assessoria de Imprensa Inep/MEC

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

LIXÕES A CÉU ABERTO. SERÁ O FIM?

A lei que proíbe o uso dos lixões em todo o País deve começar a vigorar a partir de amanhã dia 2 de agosto. De acordo com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o prazo para adequação a ela, a lei, não será prorrogado. Com a lei, os municípios brasileiros ficam responsáveis por encerrar os lixões a céu aberto, criar aterros sanitários ou fazer a incineração do lixo com baixo impacto para o meio ambiente. O não cumprimento da lei pode acarretar punições como o pagamento de multas, que variam entre R$5 mil e R$ 50 milhões e ainda há a previsão de prisão e perda de mandato dos gestores dos municípios que estiverem irregulares. A lei foi sancionada no ano de 2010. Até agora, apenas 40 % dos municípios brasileiros se adequaram, os outros 60 % seguem de forma irregular. Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.202 estão regulares. Faltam ainda mais de 3.000 municípios efetivarem a adequação. No estado de Goiás, mais de 200 municípios ainda não se adequaram à lei. O Conselho Nacional dos Municípios (CNM) entrou com um pedido para que o prazo seja prorrogado. O CNM pede o prazo de 8 anos para a adequação de todos os municípios brasileiros. Com esse tempo, todos eles teriam prazo suficiente para se adequar. Segundo a ministra do Meio Ambiente, o prazo deve ser
, mas o governo vai se colocar a disposição do Congresso para diálogo. De acordo com a ministra, o governo federal vai apoiar uma discussão ampliada sobre a lei. ALTANEIRA - O Vale do São Romão tem sido destaque até na TV por suas belezas naturais com natureza exuberante, fontes jorrando, trilha ecológica e um povo muito alegre.É sem dúvida a localidade mais rica em água subterranea. Mas todas essas riquezas naturais há muito tempo vem sendo ameaçada e degradada pela ação antrópica de várias formas,mas nenhuma delas é tão preocupante quanto a instalação desastrada do lixão da cidade na borda da chapada e empurrado para dentro do despenhadeiro do Vale. Sem dúvida onde inicia os caminhos das águas. Ainda não temos estudos para saber como anda a saúda das águas do Vale. O Ministerio Público pouco tem feito. Nos últimos anos até que algumas ações esporadicamente vem sendo feitas com a mobilização para o município participar de um consórcio de construção de futuro aterro sanitário com outro municípios da região. Foi homologada a criação de uma associação de catadores. Matérias sobre o problemas e as ações foram amplamente veiculadas. Mas o lixão permanece lá. Sabemos que a produção de lixo é um problema sério, difícil de encarar e seu coreto manejo requer operações especializadas e caras. A natureza não pode esperar por muito tempo. E agora, neste sábado o que há muito era imoral para a saúde das pessoas e o meio ambiente passa a ser ilegal para as Leis brasileiras. Fontes: http://www.dm.com.br/texto/185940-termina-amanha-prazo-para-o-fim-dos-lixoes Fotos do Blog de altaneira.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

101ª Escola Profissional atenderá jovens de Altaneira, Nova Olinda e Santana do Cariri - Será inaugurada hoje dia 15 de maio

(Imagens da NET) Os jovens de Altaneira, Nova Olinda e Santana do Cariri, municípios da região do Cariri, são os próximos beneficiados com a inauguração, nesta quinta-feira, dia 15, às 17 horas, da Escola Estadual de Educação Profissional Wellington Belém de Figueiredo, a 101ª do Ceará. Estarão presentes o governador Cid Gomes e o secretário adjunto da Educação, Idilvan Alencar. Para construir, equipar e mobiliar, foram investidos R$ 10 milhões, oriundos dos Governos Federal e Estadual. Com uma quota de 60 vagas para cada um dos três municípios, Altaneira ainda não preencheu totalmente. Atende alunos dos 2º anos. Os estudantes farão, ao mesmo tempo, o Ensino Médio e um dos quatro cursos técnicos ofertados: Agronegócio, Edificações, Finanças e Redes de Computadores. A EEEP foi construída em Nova Olinda mas funcionará em regime de consórcio com atendimento aos estudantes dos três municípios. Cada curso ofertará matrícula para 15 alunos por município atendido. A escola tem capacidade para receber até 540 estudantes, em tempo integral, das 7 às 17 horas. A escola de número 101 faz parte da Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação (Crede) 18, sediada em Crato, que passou a contar com cinco unidades. As demais estão localizadas em Araripe, Campos Sales e no município sede da Crede. No Cariri, a rede de EEEPs agora é formada por 14 unidades e beneficia jovens de 13 municípios. A estrutura é composta de 12 salas de aula, auditório, biblioteca, bloco pedagógico administrativo, laboratórios específicos para os cursos técnicos oferecidos, além dos de Línguas, Informática, Ciências e Matemática. Esta é mais uma construção que atende à concepção de qualidade para escolas de educação profissional. A obra é supervisionada pelo Departamento de Arquitetura e Engenharia(DAE), órgão vinculado à Secretaria da Infraestrutura (Seinfra). Em 2008, o Governo do Estado deu início à implantação da rede de EEEPs, com 25 unidades. Atualmente, as unidades contam com uma matrícula de 40 mil estudantes. Até o final de 2014, serão 140 escolas com esse nível de ensino no Ceará. No momento, são 51 cursos técnicos em 77 municípios cearenses na Capital e no Interior. A partir desse novo modelo, a gestão estadual passou a diversificar a oferta do Ensino Médio, articulando-o com a educação profissional, com o mundo do trabalho e com o ensino superior. A empregabilidade dos alunos dessas escolas e o ingresso nas Universidades é de 52,3%. Inauguração da EEEP Wellington Belém de Figueiredo Nº da EEEP: 101 Data: 15/05/2014 Horário: 17 horas Endereço: Ce – 292 – km 02 – bairro Jurema – Nova Olinda Assessoria de Comunicação da Seduc imprensa@seduc.ce.gov.br