quinta-feira, 15 de maio de 2014

101ª Escola Profissional atenderá jovens de Altaneira, Nova Olinda e Santana do Cariri - Será inaugurada hoje dia 15 de maio

(Imagens da NET) Os jovens de Altaneira, Nova Olinda e Santana do Cariri, municípios da região do Cariri, são os próximos beneficiados com a inauguração, nesta quinta-feira, dia 15, às 17 horas, da Escola Estadual de Educação Profissional Wellington Belém de Figueiredo, a 101ª do Ceará. Estarão presentes o governador Cid Gomes e o secretário adjunto da Educação, Idilvan Alencar. Para construir, equipar e mobiliar, foram investidos R$ 10 milhões, oriundos dos Governos Federal e Estadual. Com uma quota de 60 vagas para cada um dos três municípios, Altaneira ainda não preencheu totalmente. Atende alunos dos 2º anos. Os estudantes farão, ao mesmo tempo, o Ensino Médio e um dos quatro cursos técnicos ofertados: Agronegócio, Edificações, Finanças e Redes de Computadores. A EEEP foi construída em Nova Olinda mas funcionará em regime de consórcio com atendimento aos estudantes dos três municípios. Cada curso ofertará matrícula para 15 alunos por município atendido. A escola tem capacidade para receber até 540 estudantes, em tempo integral, das 7 às 17 horas. A escola de número 101 faz parte da Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação (Crede) 18, sediada em Crato, que passou a contar com cinco unidades. As demais estão localizadas em Araripe, Campos Sales e no município sede da Crede. No Cariri, a rede de EEEPs agora é formada por 14 unidades e beneficia jovens de 13 municípios. A estrutura é composta de 12 salas de aula, auditório, biblioteca, bloco pedagógico administrativo, laboratórios específicos para os cursos técnicos oferecidos, além dos de Línguas, Informática, Ciências e Matemática. Esta é mais uma construção que atende à concepção de qualidade para escolas de educação profissional. A obra é supervisionada pelo Departamento de Arquitetura e Engenharia(DAE), órgão vinculado à Secretaria da Infraestrutura (Seinfra). Em 2008, o Governo do Estado deu início à implantação da rede de EEEPs, com 25 unidades. Atualmente, as unidades contam com uma matrícula de 40 mil estudantes. Até o final de 2014, serão 140 escolas com esse nível de ensino no Ceará. No momento, são 51 cursos técnicos em 77 municípios cearenses na Capital e no Interior. A partir desse novo modelo, a gestão estadual passou a diversificar a oferta do Ensino Médio, articulando-o com a educação profissional, com o mundo do trabalho e com o ensino superior. A empregabilidade dos alunos dessas escolas e o ingresso nas Universidades é de 52,3%. Inauguração da EEEP Wellington Belém de Figueiredo Nº da EEEP: 101 Data: 15/05/2014 Horário: 17 horas Endereço: Ce – 292 – km 02 – bairro Jurema – Nova Olinda Assessoria de Comunicação da Seduc imprensa@seduc.ce.gov.br

sexta-feira, 25 de abril de 2014

AIUABA/CE - Prefeito e mais três são presos; vice de 24 anos assume o Executivo

Há suspeitas de fraude em licitações, enriquecimento ilícito, entre outros crimes. Vereador aponta participação do ex-prefeito na administração
IMAGEM DA WEB O Prefeito encontra-se recolhido em presidio de Fortaleza. O vice já assumiu a prefeitura. A cidade de Aiuaba, que desde o começo do ano vive em forte clima de tensão política, viu serem presos ontem o prefeito, Airton de Araújo (Pros), o secretário de Finanças, o tesoureiro do Município e um irmão de Airton. Eles são acusados de fraude em licitações, lavagem de capitais, peculato, formação de quadrilha, desvio de dinheiro público e enriquecimento ilícito, segundo informações do Ministério Público Estadual (MPE). Com a situação, a vice, Germana Rafaela Araújo (PSD), de apenas 24 anos, teve de assumir emergencialmente o comando da gestão. Ainda cabem recursos contra a prisão, determinada preventivamente pelo desembargador Haroldo Máximo. Além das prisões, a Justiça expediu sete mandados de busca e apreensão, por meio do qual foram capturados documentos e extratos bancários. A Polícia Civil também achou um revólver calibre 38 na casa do prefeito e outra arma na residência de um familiar. Houve flagrante de porte ilegal de arma. O promotor Luiz Alcântara, da Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap), ressaltou que o processo corre em segredo de justiça e que os detalhes do caso ainda não podem ser divulgados. Ele relatou, no entanto, que os documentos apreendidos apontam indícios de “dezenas de pagamentos irregulares” feitos em 2013 a empresas e processos licitatórios irregulares envolvendo várias secretarias. Segundo Alcântara, ainda não é possível mensurar o suposto dano aos cofres públicos. Defesa e acusação O vereador Dudu Clisanto, integrante da base aliada de Airton, acompanhou os gestores na Delegacia de Assaré, para onde os presos foram levados provisoriamente. O parlamentar saiu em defesa do prefeito e ressaltou que o ex-prefeito de Aiuaba, Ramílson Araújo – primo de Airton e hoje seu adversário político – tinha influência na administração e ocupava função na assessoria financeira do Município. Conforme O POVO publicou em janeiro de 2014, Airton acusou publicamente seu antecessor de querer tomar as decisões da Prefeitura. Questionado se as investigações identificaram participação de Ramílson nas supostas irregularidades, o promotor Luiz Alcântara disse que, por enquanto, não é possível fazer afirmações sobre o caso. “Nem se pode dizer que há, nem que não há (corresponsabilidade). Apreendemos a documentação e vamos verificar. Todos aqueles que cometeram ilegalidades serão responsabilizados”, ressaltou o promotor. O POVO procurou Ramílson Araújo por telefone. Ele atendeu a ligação, mas disse que estava em reunião e não poderia dar entrevista. Depois, O POVO não conseguiu mais contato. (Colaboraram: Redação O POVO Online, repórter Jéssica Welma, e Amaury Alencar) FONTE: http://www.opovo.com.br/app/opovo/politica/2014/04/24/noticiasjornalpolitica,3240505/prefeito-e-mais-tres-sao-presos-vice-de-24-anos-assume-o-executivo.shtml IMAGENS DA WEB

terça-feira, 15 de abril de 2014

SEM SOLUÇÃO - 63 DIAS E O BANCO DO BRASIL NÃO CONSERTA CAIXA ELETRÔNICO EM ALTANEIRA

Passados mais de dois meses que terminal do Banco do Brasil foi danificado e ninguém toma uma posição. O terminal foi colocado na entrada da prefeitura. O banco fez investimentos pois colocou porta e infraestrutura de central de ar. Todos os servidores da prefeitura por conta do vencimento, possuem contas bancária na agência de Santana do Cariri. Então a responsabilidade por sanar os problemas é do gerente da agencia de Santana do Cariri e do prefeito. Segundo informações da Ouvidoria do Banco o prefeito está propondo a retirada do terminal para outro endereço e o banco alega que já fez investimentos e uma licitação para alocar o terminal levaria ainda mais tempo. Então fica esse jogo e a população a mercê sem ter onde sacar os vencimentos. Para entender melhor o sofrimento, ainda hoje (15/04) há servidores tentando tirar nos Correios os salário. Só podemos contar com os correios que abre de 8h as 12h e de 14h as 16 horas de segunda a sexta feira. Acontece que mesmo que tem meios de se deslocar até os terminais de autoatendimento da vizinha Nova Olinda às vezes não encontra dinheiro e é obrigado viajar até a agencia de Santana do Cariri, como aconteceu comigo mesmo esta semana. Com a palavra o Banco e o Município de Altaneira. (Servidor sacando em Santana do Cariri)
(Foto: Evantuil - Entrada da prefeitura de Altaneira)

sábado, 5 de abril de 2014

ENEM 2013 - 106.742 REDAÇÕES COM NOTA ZERO.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) colocou à disposição nesta quarta-feira (2) os espelhos com as correções das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013. Para acessar o resultado, o candidato precisa entrar na página do Inep e inserir a senha e o número do CPF. O acesso tem apenas caráter pedagógico, pois os alunos não podem mais recorrer para alterar a nota da prova. A redação do ano passado teve como tema "Os efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil". NÚMEROS DA REDAÇÃO DO ENEM 2013 Total corrigido 5.049.248 redações Nota 1.000 481 redações Nota zero 106.742 redações Em branco 32.991 redações Anuladas 73.751 redações Fuga ao tema 1.398 redações Fonte: Inep Ao todo, foram corrigidos 5.049.248 textos. Desses, 481 obtiveram nota mil, a pontuação máxima. Outras 32.991 redações foram deixadas em branco e 73.751, anuladas, totalizando 106.742 com nota zero. Segundo o Inep, 48,9% dos textos tiveram com nota igual ou abaixo de 500 pontos, considerada a pontuação média. A maior concentração (27,9%) ficou na faixa de 501 a 600 pontos. Menos de 1% conseguiu mais de 900 pontos. A principal novidade no Enem 2013 é exatamente sobre os critérios de correção da redação. Desvios gramaticais ou de convenções de escrita só foram aceitos como exceção quando não apresentaram reincidência. Além disso, receberam nota zero 1.398 redações (0,028% do total) que apresentaram parte do texto deliberadamente desconectada com o tema proposto. Em 2012, candidatos conseguiram nota mesmo quando inseriram no meio do texto uma receita de miojo ou o hino do Palmeiras. No espelho da correção, o candidato pode saber qual foi o resultado em cada uma das cinco competências avaliadas e comparar seu desempenho com o dos demais. A prova exige a produção de um texto do tipo dissertativo-argumentativo. Isso significa defender uma ideia, expor a opinião e argumentar. As competências exigidas na redação do Enem são: 1) Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; 2) Compreender a proposta da redação e aplicar conceitos das varias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; 3) Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; 4) Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; 5) Elaborar uma proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. Para essa edição, o Enem contou com 7.121 avaliadores. As redações foram avaliadas por dois corretores independentes, que atribuíram nota de zero a 200 pontos para cada competência. Uma terceira correção foi feita em caso de discrepância maior que 100 pontos na soma total (em 2012, a diferença deveria ser de 200 pontos) ou maior que 80 pontos em uma ou mais competências. Se a discrepância persistisse, a redação deveria ser encaminhada a uma banca especial, formada por três membros e responsável por atribuir a nota final. Ao todo, foram encaminhadas 2.496.754 redações (50%) para um terceiro corretor. Já a banca de especialistas analisou 306.821 textos, correspondentes a 6% do total. http://g1.globo.com/educacao/enem/2013/noticia/2014/04/candidato-ja-pode-ver-correcao-da-sua-redacao-do-enem-2013.html

quinta-feira, 3 de abril de 2014

50 ANOS DO GOLPE MILITAR

Foi o início de uma ditadura militar de duas décadas no Brasil. Especialistas contam como ocorreu a tomada do poder do país pelos militares. O ambiente que propiciou o golpe militar de 31 de março de 64, e a ditadura que se instalou pelas duas décadas seguintes, estão nesta reportagem especial de Mônica Sanches. Era um tempo de turbulências na política e na economia: a inflação acumulada em um ano chegou a 80% e as riquezas do país estavam encolhendo. “Havia também uma falta de gêneros de primeira necessidade - alguns deles racionados, como o caso do açúcar. Havia uma distribuição de energia precária, a mesma coisa para a água. Transportes coletivos também. Por conta das greves, muitas vezes não eram disponíveis. Então, a vida das pessoas, o dia a dia, era bastante complicado”, lembra o economista da PUC-Rio Mário Mesquita, autor de um estudo sobre economia no país antes do golpe. O mundo estava dividido pela Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética. O historiador Carlos Fico encontrou, em arquivos nos Estados Unidos, provas dos esforços do embaixador americano no Brasil, Lincoln Gordon, para derrubar João Goulart. “Lincon Gordon teve uma importância muito grande no convencimento do Departamento de Estado da tese segundo a qual João Goulart daria um golpe ou criaria uma República Sindicalista. E por ser um personagem politicamente frágil, os comunistas tomariam conta desta República Sindicalista”, conta Carlos Fico, historiador da UFRJ. O temor de que Jango desse um golpe de esquerda aumentou depois do comício de 13 de março, no Rio, quando o presidente prometeu fazer as chamadas reformas de base. Ele tinha o apoio de movimentos sociais dispostos a impor essas mudanças na lei ou na marra. “O comício da Central do Brasil foi organizado por um grupo de sindicalistas, comunistas e trabalhistas. E ali ele vai se aliar às esquerdas no sentido de pressionar o Congresso Nacional para aprovar as reformas”, explica o biógrafo da UFF Jorge Teixeira. Parte da população foi para a rua contra o governo de João Goulart, com o incentivo de políticos de oposição, como o então governador de São Paulo, Ademar de Barros. A primeira Marcha da Família com Deus pela Liberdade aconteceu no Centro de São Paulo. Ela passou pelo Viaduto do Chá, no dia 19 de março de 1964, arrastando cerca de 400 mil pessoas. O sentimento mais comum era o medo de mudanças que aproximassem o país de um regime comunista. Mas muita gente que estava lá não imaginava o que aconteceria depois: um golpe de Estado, sucedido por uma ditadura militar, que duraria 21 anos. Um telegrama enviado para a embaixada americana no Rio marca o início da operação Brother Sam. Os Estados Unidos estavam enviando ao Brasil navios petroleiros, um porta-aviões, contra torpedeiros e 110 toneladas de munição. Neste ambiente político radicalizado, o general Olímpio Mourão Filho toma a frente do movimento contra o Jango e lidera uma tropa partindo de Juiz de Fora. No dia 31 de março de 1964, o presidente João Goulart acordou no Palácio Laranjeiras e logo soube da movimentação das tropas que vinham de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro. Lá, ele recebeu visitas e informações que foram fundamentais para as decisões tomadas ao longo do dia. “Aqui vem o general Peri Bevilacqua, que é o chefe do Estado maior das Forças Armadas, com um documento assinado por vários generais que diz o seguinte: ‘Se Goulart decretasse a ilegalidade do Comando Geral dos Trabalhadores e prendesse os comunistas, as Forças Armadas iriam apoiá-lo’”, conta Jorge Ferreira. No fim da noite, Goulart fica sabendo que o comandante das tropas de São Paulo também apoiava o golpe. “Ele percebe que é uma ação conjunta das Forças Armadas. Com o apoio dos empresários, com o apoio de amplos setores da classe média, dos meios de comunicação, do poder legislativo, com o apoio dos governadores de estado”, acrescenta Ferreira. João Goulart é informado sobre a esquadra americana, que estava a caminho. “Isso pesa. Pesa porque ele percebe que o país pode entrar em uma guerra civil com intervenção estrangeira”, lembra Ferreira. No dia 1º de abril, Goulart vai para Brasília e, de lá, segue para Porto Alegre em busca de apoio. Enquanto Jango voava, o presidente do Senado, Auro de Moura Andrade, abriu o caminho para os golpistas. “Ou seja, houve uma operação militar de um golpe, mas também houve um golpe do poder legislativo ao depor Goulart, estando em território nacional. E logo depois, o Áureo Moura Andrade empossa na presidência da República o Ranieri Mazzilli, o presidente da Câmara dos Deputados na linha de sucessão, com a presença, com o endosso do ministro do Supremo Tribunal Federal. Ou seja, houve um golpe do Poder Legislativo endossado pelo Poder Judiciário e logo a seguir o governo norte-americano reconhece o novo governo”, explica Ferreira. Sem resistência, a intervenção militar americana não foi necessária. Mas o governo americano apresentou a conta da operação Brother Sam: US$ 2,3 milhões, que nunca foram pagos pelo Brasil. Em 11 de abril, o general Humberto Castelo Branco foi eleito pelo Congresso Nacional e assumiu a Presidência da República. Os militares tinham prometido entregar logo o poder aos civis, mas ainda vieram mais quatro generais e 17 atos institucionais. “O AI-5, entre outras barbaridades, ele proibiu a concessão de habeas corpus para presos políticos. Isso foi o sinal verde para a tortura. Porque você era preso e ficava preso pelo tempo que os carcereiros militares quisessem, nas condições que eles quisessem”, conta o jornalista Cid Benjamin. Enquanto a propaganda oficial falava em Brasil grande, com obras monumentais, a repressão e a censura se intensificavam. Em dezenas de instalações militares e policiais espalhadas pelo país, 362 pessoas morreram ou desapareceram depois de serem presas. A perseguição aos opositores aumentou após as ações de grupos armados que pretendiam combater a ditadura e, ao mesmo tempo, implantar um regime socialista. “Acho também importante dizer que foi errada a opção pela luta armada, porque nós não conseguiríamos galvanizar a população brasileira de uma forma suficiente para poder enfrentar e derrubar a ditadura militar”, explica Benjamin. Só em 1985, após uma grande mobilização popular, o Brasil voltou a ter um civil na presidência. Quatro anos depois, os brasileiros puderam novamente escolher, por eleições diretas, o presidente do país. “Toda a sociedade tem o direito à memória e à verdade para se evitar que haja novamente este cenário de horror que acabou ocorrendo no Brasil durante tanto tempo”, afirma Pedro Dellari, coordenador da Comissão Nacional da Verdade.
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/03/golpe-militar-de-1964-completa-50-anos-relembre.html

sexta-feira, 21 de março de 2014

No dia 21 de Março de 1960, ocorria na cidade de Sharpeville o pior massacre por questões raciais.

No dia 21 de Março de 1960, ocorreu na cidade de Sharpeville, na província de Gauteng, na África do Sul, um protesto, realizado pelo Congresso Pan-Africano (PAC). O protesto pregava contra a Lei do Passe, que obrigava os negros da África do Sul a usarem uma caderneta onde estava escrito onde eles podiam ir. Cerca de cinco mil manifestantes reuniram-se em Sharpeville, uma cidade negra nos arredores de Johannesburg, e marcharam calmamente, num protesto pacífico. A polícia sul-africana conteve o protesto com rajadas de metralhadora. Morreram 69 pessoas, e cerca de 180 ficaram feridas. Após esse dia, a opinião pública mundial focou sua atenção pela primeira vez na questão do apartheid. No dia 21 de Novembro de 1969, a ONU implementou o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, que passou a ser comemorado todo dia 21 de Março, a partir do ano seguinte. HOMENAGEIO AQUI O CIDADÃO NEGRO QUE MAIS VIVEU EM ALTANEIRA - SEU CHICO PRETO. O MUNDO HOJE JÁ TEM MAIOR CONSCIÊNCIA E RESPEITO COM A PESSOA NEGRA. VER FOTOS DE NEGROS QUE EXERCERAM GRANDE IMPORTÂNCIA NO MUNDO. E FOTOS DAQUELE TRISTE MASSACRE.
(wikipedia/google)

2° DIA DE PARALIZAÇÃO DOS PROFESSORES DE ALTANEIRA E A REPERCUSSÃO

O 2° dia de paralização do movimento dos professores da escola estadual Santa Tereza e seguimentos das escolas municipais e a diretoria do SINSEMA ocorreu dentro da normalidade. Após concentração na sede do sindicato, os manifestantes seguiram para frente da escola 18 de Dezembro com faixa, apitos e cartazes, para chamar a atenção da população e de toda a categoria e daqueles que estavam motivados a não participar das reivindicações da pauta local e nacional. Depois seguiram para a Câmara Municipal onde foi usado o espaço na tribuna por representação da escola do estado, do município e do sindicato dos servidores municipais. A motivação da paralização se deu pelo chamado da CNTE desde o mês de dezembro último, com vasta pauta de reivindicações a nível de todo Brasil. Dentre as principais cito o repasse de 10% do PIB para a educação, reformulação dos cálculos do piso, reajuste de 8,32% imediatamente, e riquezas vindas de royaltes do petróleo para a educação, etc. Pauta com reivindicação local esteve também presente contra portaria municipal 579/2013, e críticas da inibição dos professores para não participar do movimento. Antes uma série requerimentos foram colocadas em votação e quase todos aprovados por unanimidade pelos vereadores pedindo construção de melhorias nas escolas municipais. No expediente livre o debate em torno do teor dessas melhorias na educação tomaram o clima de toda a sessão. Os quatro vereadores que também são professores defenderam suas posições e apoio ao movimento de greve de 2 dias dizendo o tempo todo que não se trava de defender posição política naquele momento, mas defender sua profissão de educador. No dia de ontem,(20/03)o secretário de educação e professor da escola do Santa Tereza, e ex-presidente do SINSEMA vereador Deza concedeu entrevista na rádio comunitária no Jornal do Meio dia o Notícias em Destaque onde abordou o assunto da paralização nos dias 17 e 18 de março. Quero deixar claro que respeito a posição, e opinião do secretário de educação Cladovino Soares. Em sua fala o secretario trouxe uma argumentação enfatizando os pontos negativos da paralização onde destaca todos eles durante todo o tempo. O secretário desqualifica a competência da diretoria do sindicato e não reconhece a autonomia de "alguns" professores da escola estadual para fazer o movimento. Para justificar que não apoia a greve dos professores, o apelo para vincular que o sindicato, os professores da escola Santa Tereza e os professores da escola 18 de Dezembro paralizaram 2 dias de aula com uma pauta eivada de conotação partidária. Diante das variadas perguntas feitas pelos locutores da rádio Francilene Oliveira e João Alves sobre o ponto de vista sobre a greve, a importância das reivindicações para a educação, porque ser contra e qual a real opinião do secretário sobre os fatos ocorridos nos dois dias de paralização, ele elencou da seguinte forma: Ele é contrário: O movimento perde notoriedade por ter havido tais problemas. Vou colocar conforme o que está gravado. 1 - O movimento não foi organizado; 2 - Não cumpriu ativamente a pauta nacional; 3 - a mobilização Não ocorreu de forma integral; 4 - Porque repor aula é um processo complicado; 5 - Não houve uma articulação preparada; 6 - Porque professor com mandato de vereador ficou o tempo todo com microfone na mão; 7 - O município não parou porque colocou professor para substituir os manifestantes - não houve perca de aula; 8 - Porque é um direito do professor optar por não aderir a paralização; 9 - Tem a obrigação de que a educação do município tem que prevalecer; 10 - Porque o movimento não acatou a proposta da SME(secretaria de educação); 10 - Porque se prenderam mais a problemas da educação em nível local; 11 - Porque repudia a atitude como aconteceu... 12 - Porque ao inves de discutir uma pauta de nível nacional foi discutir a construção de (banheiro, muro) em escolas: isso é deprimente; 13 - Parabeniza o posicionamento dos professores que entendem que repor aula um processo complicado. (FOTOS DO 2° DIA DE GREVE) (Fotos do movimento)1° DIA (17/03)