sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

15ª MARCHA NACIONAL À PÉ, CONTRA A CORRUPÇÃO PASSA POR ALTANEIRA - NUMA JORNADA DE ANTONINA A JUAZEIRO DO NORTE DE 10 A 25 DE JANEIRO DE 2015.

A II Marcha cearense e 15ª Marcha nacional passa dois dias desenvolvendo atividades de cidadania aqui no município. A Marcha saiu de Antonina do Norte nesta segunda 10/01, e pretende encerrar em Juazeiro do Norte em 25 de janeiro. Hoje pela manha saíram de Assaré chegando ao meio dia.
Uma calorosa recepção os receberam na entrada da cidade, com a presença de alguns vereadores, secretários municipais, além de representantes das associações comunitárias, liderados pela diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais. Trata-se de vários movimentos sociais que desenvolvem ações de conscientização e combate a corrupção no País. As ações desenvolvem-se a traves de jornada a pé entre municípios, capacitações e formações de cidadãos interessados em aprender a consultar os portais de transparências e balancetes de contas públicas, visita a obras públicas já concluídas ou em andamento para certificar se os recursos foram ou estão sendo bem aplicados. Em cada município, é produzido um relatório contendo possíveis suspeitas ou indícios de irregularidades com os recursos públicos. Todo o relatório é produzido por equipe técnica capacitada no assunto e acompanhado de registros fotográficos, filmagem, xerox, etc. De cada localidade, gerará um desse relatório contendo pendências e será entregue no final da Marcha numa mega Audiência Pública em Juazeiro do Norte com a presença do Ministério Público, membros da OAB, TCU, CGU e membros de ONGs e outras organizações interessadas no combate a praga da corrupção. O Significado da Marcha em Altaneira - Temos que tirar o chapéu para um ato de cidadania realizado em nossa freguesia. Os organizadores vem se articulando com a sociedade civil desde novembro último, mas constatamos a maioria delas estão mau representadas, pois seus representantes pouco se envolveram. O SINSEMA, sindicato dos servidores municipais está fazendo um pouco de sua obrigação em dá apoio à Marcha, com uma visão dos efeitos da conscientização da mesma na população altaneirense. Uma ato único, contundentes e conscientizado de nosso povo. O interesse pelo controle social dos recursos públicos. Neste sábado, as equipes, dividem-se e realizam visitas a várias obras, e canteiros de obras, serão filmados, fotografados e constatados irregularidade ou desacordo com os registros expostos nos portais, serão incluído no relatório e levado a audiência pública no final da Marcha, para que os órgãos competentes se encarreguem da sequencia do trabalho. Na Câmara Municipal aconteceu uma Sessão especial para acolher os marchantes. O Dr Arimateia Dantas, usou a Tribuna da Casa e teceu elogios pela recepção da população e dos vereadores no dia de hoje. Expôs os objetivos da caminhada, as dificuldades físicas ou o sacrifício da deslocar-se a pé por longos trechos entre municípios. O movimento contabiliza mais de 3 mil quilômetros de marcha contra a corrupção em vários Estados do Brasil. A Controladoria Geral da União ministrou um minicurso pela manha para um grupo de jovens e distribuiu panfletos. Além das exposição no plenário para os vereadores, tiveram acesso a algumas pastas da contabilidade do municípios disposta na Casa. Além do conteúdo observado, preliminarmente constatou-se que a contabilidade de 2015, a prefeitura enviou apenas até o mês de Julho de 2015, fato observado como irregularidade a ser representada. Acredito que a importância das atividades dessa Marcha será observada a médio e longo prazo pela população. Caso seja verificada graves irregularidades ou desvios de recursos públicos nos últimos 6 anos serão apurados, visto a grande credibilidade e parceria desses movimentos engajados nessa luta. Fotografias de João Alves -

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A PROFESSORA FAUSTA VENANCIO COMEMORA 100 ANOS

A saúde já debilitada, mas o prestígio junto aos amigos e ex alunos ainda está inabalável. D. Fausta recebeu neste dia 12/10 durante todo o dia muitas visitas de pessoas que a admira e estima. Pela personalidade que sempre conservou. São ex alunos, amigos de longas datas que a homenageia. A secretaria de cultura e o pároco Alberto organizaram um evento festivo com missa e homenagens em sua residencia nesta data onde a mesma comemora(12/10/2015) seu centenário. PARABENS D. FAUTA VENÂNCIO.
A primeira professora de Altaneira comemora hoje (12/10) 100 anos de vida. Fausta Venâncio David é natural de Santana do Cariri, mas fixou residência em Altaneira logo após a emancipação política do Município, foi a primeira professora contratada pelo Município e depois criou sua própria escola de apenas uma sala de aula, na sua residência que funcionou até o início da década de 1990. “Pessoa reconhecida por todos, como uma das primeiras educadoras, explicitamente tradicional. Ela não acredita que haja aprendizagem sem disciplina ou limite” escreveu a diretora da Escola Santa Tereza, professora Meirenildes Alencar para Ensaio Fotográfico: ALTANEIRA MEIO SÉCULO idealizado por Heloisa Bitu em comemoração aos 50 Anos de emancipação política do Município. No ano passado (2014) a professora Lucia Lucena e o professor José Evantuil visitaram a educadora e o fato foi registrado no Blog Mandibulla. “Nós que somos seus admiradores, não temos como retribuir seus relevantes trabalhos prestados a nossa comunidade. Nunca casou-se, mas manteve sempre uma relação estreita de prestação de trabalho a nossa gente. Hoje temos o raro prazer de encontrá-la ainda sorrindo” escreveu o professor José Evantuil. Esquecida pelo poder público local D. Fausta recebeu sua primeira homenagem como educadora por iniciativa médico Dr. Eluizo Tavares Magalhães por ocasião de seu aniversário de 80 anos. Em setembro de 2013 Alana Maria conversou de forma descontraída com D. Fausta, que dentre outros fatos que gostava de dançar e não gosta de ser chamada de Dona Fausta. “Fausta carrega história e tradição nas costas, por isso anda tão vagarosa e curvada pela casa, pela antiga sala de aula. Cansada, mas feliz. Está estampado em seu rosto, como um estandarte à mão, a felicidade e orgulho que carrega de ter feito o que fez pela cidade”, escreveu Alana Maria. O Governo Municipal através da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo montou uma exposição fotográfica em homenagem ao centenário de Fausta Venâncio, no Parque de Eventos do Município, mas infelizmente não encontramos informações sobre a referida homenagem. COLABORAÇÃO: BLOG DE ALTANEIRA - FOTOS: JOÃO ALVES)

quarta-feira, 22 de julho de 2015

ALTANEIRA: MAIS UM SERVIÇO DESATIVADO(Aposentados e pensionistas poderão não receberem seus benefícios na Agencia dos Correios de Altaneira)

Aposentados e pensionistas poderão não receberem seus benefícios na Agencia dos Correios de Altaneira. O serviço postal do BB que funciona com pagamentos, transações financeiras está interrompido pelo Banco. Não bastasse um caixa eletronico do Banco do Brasil quebrado há 17 meses, agora foi a vez do serviço básico do banco ~ter seu funcionamento interrompido aos que precisam. A informação é que por falta de segurança na agencia foi detectada e todo serviço que envolva dinheiro não está funcionando há uma semana e não tem prazo para normalizar-se. Consta que no Ceará passa de trinta agencias de correios com o mesmo problema. Aqui em Altaneira ficarão prejudicados, ou com um problema aumentado os funcionários da prefeitura, aposentados e comerciantes. A Câmara municipal foi informalmente procurada para ajudar a pressionar o gerente do Banco do Brasil de Santana do Cariri, mas se encontra em recesso parlamentar. Funcionários dos correios alegam que nada depende deles. Não sabemos quem ganha com isto, mas sabemos quem perde: a população sofrida de Altaneira, que deverá deslocar-se às cidades vizinhas para resolverem seus negócios.
A falta do serviço nos correios só é agravada pela falta de manutenção num terminal eletrônico que está quebrado há quase um ano e meio. A populção reclama e ninguém resolve nada. Com a palavra as autoridades do municipio de Altaneira. Neste caso, quem tinha dois agora não tem nem um - TELEFONES PARA A POPULAÇÃO ENGROSSAR OS PEDIDOS DE RESOLUÇÃO DO PROBLEMA BB (85)3255-7263 / 0800-725-0100 / 3003-0100

domingo, 15 de março de 2015

Festa de rico, velório de pobre - Manifestações de 15 de Março de 2015

Os brasileiros vestiram verde e amarelo e finalmente tiveram o seu dia de final de Copa do Mundo nas manifestações deste 15 de março. Os que foram à rua em São Paulo pareciam muito representativos dos ricos, das menos de 15% das famílias que vivem com mais do que R$ 3.500 por mês no Brasil (só 5% vivem com mais de R$ 7.000). As outras 80% ganham bem menos do que isso, abaixo de R$ 3.500 mensais. Elas não pareciam estar lá em peso.
Foto: da Internet. Foi claramente uma manifestação de um Brasil rico, bem cuidado, semelhante ao que vemos em atos no Primeiro Mundo ou nos desembarques internacionais. Os pobres e desdentados, aparentemente, não foram. Os brasileiros mais ricos dos grandes centros urbanos têm razões para reclamar. Eles são os que menos ganharam, proporcionalmente, durante os governos do PT. Nos dez anos até meados do primeiro governo Dilma, a renda real per capita (descontada a inflação) entre os 10% mais pobres subiu 70%. Entre os 10% mais ricos (esses da manifestação) o aumento foi de apenas 12,6%. Esse pessoal também foi o mais espremido ao longo dos últimos anos por uma renitente inflação de serviços. Isso inclui desde trabalhadores domésticos e estacionamento na Vila Madalena a escolas e planos de saúde particulares. Entre os mais pobres, não só a renda cresceu bem mais rápido. Houve proliferação de programas sociais como Bolsa Família, Minha Casa Minha e Vida e Luz para Todos. Isso garantiu ao PT, nas duas últimas eleições, a vitória por conta do resultado preponderante do Nordeste mais pobre. Aos mais ricos, concentrados nas regiões Sul e Sudeste, restou dar respostas contundentes como a reeleição de Geraldo Alckmin no primeiro turno em 2014, apesar da crise hídrica. E, agora, com esse tipo de manifestação, embalada pela corrupção. Mas se os pobres não apareceram em peso desta vez, eles seguem como maioria no Brasil. E, pela primeira vez em muitos anos, começam a ficar para trás. Segundo o último dado do IBGE, os 10% mais pobres levaram um tombo a partir de 2013. Sua renda cresceu apenas 2,1% naquele ano, metade da média nacional e bem abaixo, inclusive, da dos 10% mais ricos (4,4%). A queda no ritmo de melhora dos mais pobres é brutal. Um ano antes, a renda deles havia crescido 9,2%. Nessa toada, os ricos certamente podem ganhar reforço na rua nos próximos meses. ESSA MATÉRIA É DA FOLHA DE SÃO PAULO -

quarta-feira, 11 de março de 2015

ALTANEIRA/CE - UM ANO COM O ÚNICO CAIXA ELETRÔNICO DO BANCO DO BRASIL QUEBRADO

Há exatos um ano no dia(12/03/2014) - este mesmo blog veiculava uma matéria denunciando que o único terminal de autoatendimento do Banco do Brasil na cidade havia sido danificado por vândalos. Um serviço essencial aos funcionários do muncipio e à população. As providencias são de responsabilidade da Agencia/gerente do BB de Santana do Cariri. O serviço funcionava dentro da prefeitura, pois o banco fez melhorias numa sala e instalou os equipamentos, e após ser danificado, nem o banco retira para outro local, nem conserta para funcionar onde estava.
O que visualisamos é uma população peregrinando nas farmácias que quase sempre não tem dinheiro, nem espaço para atender as pessoas e nos Correios há também limitações de atendimento. Sabemos de aguns serviços não são realizados em Altaneira: uma fatura acima de 2 mil reias não pode ser paga, um depósito acima de 1.500 reais tambem não é feito. Mas, a coisa fica feia mesmo é nos dias de pagamento da prefeitura. Faz dó os funcionários ficarem meio dia numa fila e outros levam até dois dias em idas e vindas para sacar o dinheirinho. Sem falar no crescente número de altaneirenses que se deslocam a vizinha Nova Olinda para resolver de tudo que aqui, infelizmente não oferece aos conterraneos. Vivemos um colapso. Que contraste vive nossa populaçao.
Até os serviços oferecidos desde 1870, como o abate de animais para abastecimento não dispomos e nem podemos afirmar que procedencia tem as carnes que a população consome. Muitos serviços de primeira necessidade da população já nao é oferecido a contento como a aguá com seus cortes inesperados. Temos na cidade parte de uma rua mal feita(a Rua João Gonçalves)que inteditada, a população não pode utilizá-la e agora temos parte de outra rua bem feita(a Rua Deputado furta Leite) que a população também não poderá utilizá-la pois, acreditem, uma máquina, a mando esbagaçou o calçamento, com menos de 2 anos de feito. Isso é uma ironia do destino. Como é que a cidade terá 2 ruas lado a lado inutilizadas por ações desastrosas? Mas voltemos ao Caixa eletrônico. A ouvidoria do banco pediu poucos dias para resolver o problema e já se passou um ano e nada. Um funcionário sozinho pode muito bem mudar de banco, mas isso não irá pressionar em nada. Acho que, como todas as contas bancárias dos funcionários da prefeitura são neste banco, uma autoridade da empresa pode ajudar nesta tarefa, mas tambem até agora as pressões não surtiram os efeitos. A lista de tudo que não funciona para a população é grande. Qual a responsabilidade de todos? O que cada um individualmente, e na coletividade pode fazer? Basta estar disposto. Então o que sabemos no momento é que está muito dificil viver em nossa Altaneira. Esta bem que poderia ser a cidade dos meus sonhos. COM FOTOS CORTESIA DO BLOG DE ALTANEIRA

domingo, 12 de outubro de 2014

PARABÉNS D. FAUSTA VENANCIO

A professora Lucena em visita Hoje dia 12 de outubro a nossa Educadora Maior comemora seus 99 anos de vida, garra, e alegrias. Nós que somos seus admiradores, não temos como retribuir seus relevantes trabalhos prestados a nossa comunidade. Nunca casou-se, mas manteve sempre uma relação estreita de prestação de trabalho a nossa gente. Hoje temos o raro prazer de encontrá-la ainda sorrindo!!! De coração, nossos parabéns. UM POUCO DA HISTÓRIA - (Recortado da internet) Ela teve que se mostrar forte desde seus primeiros anos de juventude. Natural de Santana do Cariri, lá logo perdeu o pai e depois a mãe. Sozinha, Fausta logo aprendeu a crueldade do mundo em que vive. Precisou encontrar uma profissão, escolheu seguir os passos da tia: professora. Aprendeu tudo o que podia com ela e um pouco mais com outros conhecidos da área, algum tempo depois já ensinava. Se perguntar com quantos anos começou a trabalhar.
Passou por Assaré, Altaneira e Taboquinha, zona rural de Altaneira. Numa sala de aula improvisada na sala de estar de sua casa, Fausta organizava os alunos em turmas por idade. “Ensinei pra tanto menino”, desabafa. Eram 10, 20 mil réis de pagamento por aluno. Muito pouco, Fausta concorda. Apesar de única, a economia e desigualdade do tempo não lhe permitia qualquer maior conforto que fosse. O contexto pedagógico da época dava a Fausta poucas alternativas de ensino: ou era dura e firme, ou não havia menino em sala de aula. A palmatória era instrumento de trabalho cotidiano. “Eu usava quando eles erravam”, declara segurando a peça fria e rígida. “Era assim naquele tempo”, finaliza. E quando perguntada se seguia modelos de outros professores e professoras, “Eu é cá, eles é lá. Só sei de eu cá” responde. Mas nem tudo era determinação da rigidez do tempo. Fausta tomava para seu método, usar poesia para incentivar o estudo das crianças a quem ensinava. Toda semana, em sala de aula, acontecia um recital. De certo que ainda soava um descompasso as poesias difíceis à leitura de crianças, mas a arte deu um tom à formação. Mas caso errasse o verso, castigo. Lá estava o temor da palmatória. Gentil como ela só, não parece nada com o mito que ronda a cidade de que Fausta, a professora, é bruta, dura e má. Conversamos por vezes a fio e de seus lábios envelhecidos saia o mais doce mel de bondade em suas palavras. Enrijeciam, porém, ao contar sobre o cansaço que todos aqueles anos de sala de aula, de menino trabalhoso e giz na lousa. Aos que hoje são nossos avós, devem sua formação educacional à Fausta – que detesta ser chamada de “Dona”. Apesar de estar claro em seu rosto, pelas mais rugas em sua face que estrelas no céu da noite, os pronomes que indicam idade são rejeitados por ela. Primeira professora a fincar vida em Altaneira, a dedicar-se à missão de compartilhar de seu conhecimento tanto de estudo, quanto de vida aos meninos e meninas daquela pequena cidade. Mas ela parou. Parou porque precisava respirar. Parou por que o cansaço era tanto. Parou porque já não tinha mais tanta força para ficar horas seguidas de horas em pé, explicando assuntos desde Matemática à Literatura. “Ensinei até me cansar, até dizer que não queria mais ensinar”, expõe com facilidade. Fausta transmite de si a certeza de que fez o que tinha de fazer e mais feliz por isso não poderia ficar. “Até hoje tem gente que vem e diz ‘Fausta eu queria que tu ensinasse meu filho’, mas eu não vou mais ensinar. Tô cansada, né não?”. Fausta se cansou de ensinar menino a ler o mundo, mas seu mito continua vivo na cidade. Eu lhe pergunto se se encontra mais como educadora ou como professora, ela simplesmente responde que não sabe o que foi. “Quem sabe é Deus”. E, em contrapartida, me pergunta se estou conversando com ela porque quero ser professora. Respondo com leve sorriso que não, que vou ensinar de outro jeito. Fausta carrega anos, tempo e meninos nas costas. Sua vida foi dedicada a educar crianças e jovens das cidades em que passou. Fausta carrega história e tradição nas costas, por isso anda tão vagarosa e curvada pela casa, pela antiga sala de aula. Cansada, mas feliz. Está estampado em seu rosto, como um estandarte à mão, a felicidade e orgulho que carrega de ter feito o que fez pela cidade. “Eu gostava muito de ensinar, não faria outra coisa que não isso”, declara. E brinca: “Mas gostava muito de dançar também, afinal, quem não gosta?”. (Com recortes do Blog de Altaneira, em 12/10/2014 10:47)